Édio Lopes: força tarefa integrada define encaminhamentos no Jardim das Hortênsias

27/01/2015 - 03h23

Integração

Integrar os cerca de 4,2 mil moradores do Jardim das Hortênsias por meio de atividades esportivas, culturais, além de ações na educação, saúde e meio ambiente. Esses foram os primeiros encaminhamentos da Força Tarefa Integrada envolvendo vários setores do Poder Executivo e Polícia Militar. O encontro foi realizado na Câmara Municipal nesta segunda-feira, dia 26, a pedido do vereador Édio Lopes (PT), que sugeriu o trabalho em dezembro. 

A partir de então, foram iniciadas no bairro algumas ações para a transformação do bairro, com a limpeza das ruas e o corte do mato no canteiro central. Foi proposta a criação de um bolsão de entulho e a realização de campanhas de conscientização junto à população, entre eles, a destinação de lixo e de entulho. 

As Secretarias de Obras e Meio Ambiente verificarão um espaço para criar um bolsão. A partir daí, segundo Édio Lopes, uma espécie de campanha publicitária com folhetos voltada ao meio ambiente deve instruir quem reside no bairro. O projeto é apoiado pelo Centro de Referência e Assistência Social (Cras). 

Édio destaca, ainda, que o envolvimento dos moradores é fundamental para essa transformação social.Os representantes da Força Tarefa Integrada tentarão firmar uma parceria para que seja feito um diagnóstico do bairro. A ideia é quantificar os problemas para buscar soluções, seja no caso da drogadição, na evasão escolar ou com a gravidez na adolescência. Outro ponto será o pedido de reforço na equipe de saúde da família que trabalha com o dobro de atendimento ideal. 

No âmbito do esporte, apesar da redução de funcionários no setor, duas propostas foram apresentadas para envolver a comunidade. Uma delas é a criação de um ponto de zumba à noite e a outra é usar parte da escola para a prática do atletismo. Édio ainda reforçou que o bairro receberá uma academia ao ar livre. Os recursos foram obtidos por meio de emenda parlamentar ao governo do estado. Cada Academia custa em torno de R$ 30 mil e é formada por um conjunto de 11aparelhos. 

“Eu fui ao bairro várias vezes, ouvi os moradores e juntos estamos identificando alguns problemas. Eu tenho o poder de propor, mas não de executar, por isso vamos contar com a colaboração do Executivo”, diz Édio. Uma nova reunião foi marcada para o mês que vem. A ideia é também envolver as universidades de Araraquara e o Sistema “S”.