Município elabora programa Exporta Araraquara

Fotógrafo: Tetê Viviani
08/06/2016 - 18h04

Cidade

A Prefeitura, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Turismo e Desenvolvimento Sustentável, elabora o programa Exporta Araraquara com parceiros e entidades representativas dos setores de empreendedorismo. O objetivo é ampliar a economia regional e conquistar um público consumidor além das fronteiras do País.

Para o prefeito Marcelo Barbieri, a atual administração tem se empenhado em atrair novas empresas para a cidade como a Hyundai Rotem, Randon, Henrimar, Big Dutchman, entre outras, e incentivado os empresários com apoio na Sala do Empreendedor e Incubadora de Empresas.

“Uma das prioridades do nosso governo é atrair empresas para a cidade, gerar empregos e renda para o município”, destaca Marcelo Barbieri que recebeu o prêmio de Prefeito Empreendedor por duas vezes.

A logística e a estrutura do programa começam a ser formatadas nesta quinta-feira, dia 9, às 17h, na sala de reuniões do 9º andar do Paço Municipal, segundo articula a secretária da Pasta de Desenvolvimento, Marimar Guidorzi.

“Vamos mobilizar os sindicatos patronais, Banco do Brasil, Sebrae, Ciesp/Fiesp, Associação Comercial e Industrial, Correios e definir as diretrizes do Exporta Araraquara que tem a missão de inserir os empresários da região no mercado internacional”, adianta a secretária.

De acordo com o secretário de Governo, André Beraldo, Araraquara tem uma economia forte e potencial para liderar as exportações na região. “A vocação logística da cidade, no centro do Estado, a oferta de energia, água, entroncamento ferro-rodoviário, universidades, nova Fatec e qualidade de vida são pontos positivos para ampliar o nosso atual polo exportador”, destaca.

Planejamento

O Exporta Araraquara visa a descoberta de produtos inovadores e com qualidade de competição internacional após diagnósticos de técnicos do Projeto de Extensão Industrial Exportadora (PEIEX) e apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações (ApexBrasil), da Fundação Vanzolini, e USP.

A disposição do empreendedor em atuar no cenário exterior é o primeiro passo independente do porte e da produção da empresa. Inclusive empresas incubadas em processo de graduação serão avaliadas.