14/10/2026   |   Araraquara · SP | ☁️ 33°C Encoberto WeatherAPI Instagram WhatsApp | Jornal Impresso Contato

A informação que faz parte da sua cidade.

☰ Menu
PUBLICAÇÕES LEGAIS

Editais e Atas

Consulte as publicações ou fale com nossa equipe para publicar.

Publicidade
Home  ›  Notícias  ›  Política
Política

Dimas Ramalho defende que STF libere o uso do Twitter

21/03/2012 - 02h00
Dimas Ramalho defende que STF libere o uso do Twitter

O deputado federal Dimas Ramalho (PPS), se manifestou, nesta terça-feira (20/3), contra a proibição do uso Twitter por políticos para promover pré-candidaturas a prefeito e a vereador no pleito deste ano. O PPS entrou com representação no STF contestando decisão tomada na última quinta-feira pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que vetou o uso do microblog até 5 de julho para a promoção de campanhas.
O deputado, que constantemente se utiliza de redes sociais e internet par uso pessoal e de divulgação de seus trabalhos, defendeu o uso do mecanismo não somente para se comunicar com eleitores, mas, sobretudo para estabelecer relações com amigos e seus seguidores. 
“Não vejo gravidade no uso da ferramenta. De minha parte, utilizo para me comunicar com as pessoas, dizer o que estou fazendo ou trabalhando, postar comentários, pensamentos e dicas de musica e cultura. Enxergo o microblog, como ‘também’, um instrumento utilizado para política”, explica o parlamentar.
Defensor da transparência dos gastos públicos na Internet, da liberdade de imprensa, o deputado é frequente utilizador dos meios de comunicação digital. Em 2011, Dimas Ramalho já foi ranqueado na pesquisa Políticos 2.0, da Midialogue, entre os 10 parlamentares mais curtidos no Facebook, dentre os deputados e senadores do Congresso. Na mesma pesquisa, o site institucional do parlamentar recebeu menção honrosa no quesito interatividade.
Enquanto em vigor a determinação do TSE, os candidatos que infringirem a lei serão punidos com penas que variam R$ 5 mil a R$ 25 mil. O veto à propaganda antecipada pelo Twitter vale só para os candidatos, partidos e envolvidos na campanha. O eleitor que simpatize com algum candidato ou partido pode se manifestar livremente.

Publicidade