Autor: Fabio Maksymczuk
Fonte: http://fabiotv.zip.net/
24/09/2014 - 21h29
Na última semana, a TV Globo estreou a terceira edição do “The Voice Brasil”. O programa apresentado por Tiago Leifert ocupou a vaga da série “A Grande Família”. Isso já tinha acontecido no ano passado. Um acerto na grade de programação da TV Globo. O canal precisa apostar em atrações fora da linha da teledramaturgia.
O primeiro episódio da nova temporada não trouxe grandes novidades. Os jurados agora sentam em posições diferentes no palco. Há candidatos que cantam sob uma cortina. Nem o telespectador consegue visualizar o artista. A transformista Deena Love foi a que mais surpreendeu. Carlinhos Brown, Claudia Leitte, Daniel e Lulu Santos ouviram uma voz e ficaram surpresos ao visualizar a participante.
Porém, “The Voice Brasil 3” trilhou o mesmo caminho já conhecido pelo público. Apostou no mais do mesmo. E é nesse ponto que mora o perigo. Apresentou, logo na estreia, fadiga de material. Preocupante. O sintoma piorou com a exibição do “Superstar” no primeiro semestre deste ano. Atração similar que desgastou os chamados “realities musicais”.
E para piorar a situação, os dois vencedores do “The Voice Brasil”, Ellen Oléria e Sam Alves, não conquistaram sucesso após o encerramento do programa.
Na noite das quintas, o telespectador terá duas atrações desgastadas no vídeo: A Fazenda e The Voice Brasil.